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O cidadão brasiliense, eleitor de todo o Distrito Federal, deve ficar atento à recente concessão da gestão da Rodoviária do Plano Piloto, assinada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e transferida para a iniciativa privada.
Além da perda de aproximadamente 2,9 mil vagas de estacionamento gratuito, a concessão levanta questionamentos. Primeiro porque não houve preferência por empresas do Distrito Federal para gestão do espaço, que conhecem de perto os desafios enfrentados na gestão pública atual da rodoviária . Segundo porque a empresa vencedora também adquiriu, há um ano, uma participação significativa em uma das instituições financeiras mais relevantes do governo.
Pelo contrato, os cofres públicos receberão 12,33% do faturamento bruto do consórcio. No entanto, restam dúvidas quanto às contrapartidas reais e à transparência do processo. A falta de clareza nas decisões levanta suspeitas de possíveis irregularidades, exigindo maior fiscalização por parte dos órgãos competentes e da sociedade.
Alguém se arrisca a esmiuçar o caso sobre “contrapartidas”?
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